Genética privilegiada: existe mesmo?

Em algum momento da vida, você provavelmente já se deparou com uma foto de uma famosa atribuindo o corpo em forma a uma “boa genética”. Ou então já ouviu aquele amigo — ou quem sem sabe até você mesmo — reclamar que não consegue baixar o percentual de gordura ou ganhar massa magra porque tem “genética ruim”.

Mas afinal, o que há de verdade e de mentira nessas afirmações? Até que ponto a genética pode determinar nosso sucesso ou fracasso nas atividades esportivas ou no processo de emagrecimento? É o que você vai descobrir no artigo de hoje. Acompanhe a leitura!

Existe genética boa ou ruim?

Não. Na verdade, a genética influencia uma série de fatores no nosso organismo, incluindo a capacidade de gastar calorias, a probabilidade de desenvolver obesidade ou sobrepeso, de se lesionar ou de ganhar massa muscular.

No entanto, não se trata de uma sentença. Em outras palavras, dizer que uma pessoa possui genes que aumentam o risco para a obesidade, por exemplo, não equivale a sentenciá-la a uma vida com excesso de peso, mas a alertá-la sobre uma maior dificuldade para perdê-lo.

Entretanto, seguindo uma dieta e um plano de exercícios adequados para o seu perfil, é possível vencer essa barreira e alcançar os resultados desejados.

É possível traçar o meu perfil genético?

Sim. Traçar o seu perfil genético é uma ótima maneira de identificar uma série de características individuais, como uma maior dificuldade para emagrecer ou uma propensão para se lesionar.

Com base nessas informações, é possível montar um plano individualizado que acelere os seus resultados.  Esse tipo de teste é tão preciso que pode identificar, por exemplo, se você possui genes para realizar exercícios com velocidade e explosão ou para atividades contínuas e prolongadas.

Assim, fica mais fácil decidir se você obterá melhores resultados no HIIT ou em corridas menos intensas e de maior duração, por exemplo.

Além disso, testes genéticos fitness vão muito além de identificar probabilidade à obesidade ou sobrepeso. Eles são capazes de ajudar você a tomar decisões acertadas no combate a esses problemas.

Você já se perguntou, por exemplo, porque aquela sua amiga emagreceu rapidamente fazendo uma dieta de restrição de gordura, mas por mais que você siga o mesmo plano alimentar, isso não funciona para você?

Testes genéticos fitness são capazes de apontar suscetibilidades individuais para um dos três tipos de macronutrientes — carboidratos, gorduras e proteínas. Desse modo, você poderá aderir a uma dieta personalizada, realmente voltada para as necessidades do seu organismo, e alcançar resultados mais rapidamente.

Como você pode ver, não existe genética boa ou ruim. Ainda que alguns genes possam ser responsáveis por uma maior dificuldade em perder gordura ou ganhar massa muscular, eles não têm o poder de impedir que você alcance os seus objetivos.

No entanto, se você quer explorar melhor as suas potencialidades, os testes de perfil genético surgem como uma excelente opção para que você possa aperfeiçoar sua performance esportiva e acelerar seus resultados nos processos de perda de gordura e ganho de massa magra.

E então, gostou de entender melhor o mito da genética ruim? Então não se esqueça de compartilhar esse post em suas redes sociais para que mais pessoas possam ler sobre o assunto!

 

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